Nova geração do Audi Q3 ficou mais potente e tecnológica para brigar contra avanço chinês

Nova geração do Audi Q3 ficou mais potente e tecnológica para brigar contra avanço chinês

O SUV Q3 ocupa uma posição importante no portfólio da Audi. Embora a montadora alemã ofereça modelos mais baratos, como o sedã A3, o Q3 representa a porta de entrada para a marca no segmento mais relevante do mercado brasileiro. 

O utilitário compacto ganhou força com a segunda geração, lançada no início de 2020, mais moderna e tecnológica do que a primeira, e se tornou um sucesso de vendas no Brasil e no mundo. Foram mais de 2,5 milhões de unidades emplacadas. Agora, a terceira geração chega com a missão de manter o Q3 em destaque no segmento premium.

O novo Audi Q3 chega em configuração única, chamada Launch Edition, mas em dois modelos de carroceria: SUV ou Sportback, com um design cupê mais esportivo. 

As duas versões de carroceria reforçam a estratégia que a marca pretende adotar com o modelo. Segundo Gerold Pillekamp, diretor de marketing da Audi no Brasil, o foco no público de 30 a 35 anos, principalmente millennials, mas também membros da geração Z. “Será o primeiro Audi da família”, diz

Para tentar cativar esse público, ficou mais potente, ligeiramente maior, com mais tecnologias e um novo design.

O Q3 manteve um misto de elegância e imponência no visual. A linha de cintura continua alta, o que dá uma impressão de que o veículo é maior, embora ele tenha ganhado apenas 6,3 centímetros de largura e 4 centímetros de comprimento. Tem 4,53 metros de comprimento, 2,08 m de largura, 1,6 m de altura (ou 1,55 na versão Sportback) e 2,68 m de entre-eixos. As rodas de 19 polegadas ganharam novo design de 5 braços.


Recebeu atualizações importantes. Na frente, os farois de LED ganharam uma nova assinatura DRL na parte superior, com 3 modos diferentes de animação ao ligar o veículo que podem ser selecionadas na central multimídia. O farol fica na parte inferior. A grade tem novo desenho, com acabamento em preto fosco.


Na traseira, o princípio é o mesmo. A assinatura de LED fica na parte superior, enquanto a luz de freio passa para uma barra iluminada que liga o carro de ponta a ponta. O estilo, que remete a carros chineses, pode não agradar tanto os consumidores da marca que preferem algo mais discreto. Os anéis também ganharam iluminação quando os faróis estão acesos, um elemento que aumenta a visibilidade do carro no escuro e chama a atenção no trânsito.


Na versão cupê, a caída acentuada do teto na coluna C dá um aspecto de esportividade, embora sacrifique um pouco o espaço interno na segunda fila.

Foco no motorista

O cockpit adota um novo conceito, presente em outros modelos da marca, de palco digital. Isso significa que todos os elementos são focados no motorista, incluindo a integração do painel de instrumentos de 11,9 polegadas com a central multimídia de 12,8 polegadas em uma única tela panorâmica levemente angulada em direção ao condutor.

O acabamento interno é sofisticado, sem exageros. Há elementos macios ao toque nas portas e no painel. Mesmo em partes que são de plástico há um cuidado em imitar materiais nobres, como aço escovado.


A alavanca de câmbio deixou o console central, que ficou mais espaçoso e ganhou carregador de celular por indução, e foi para trás do volante. De acordo com Marcos Quaresma, gerente de produto da marca, a mudança foi feita para melhorar a ergonomia e melhorar o espaço do console, agora com design mais minimalista.


O espaço interno é um ponto positivo na versão SUV. Há espaço de sobra para as pernas dos ocupantes da segunda fileira, especialmente graças ao sistema de trilhos sob os bancos. É possível optar por um porta-malas mais generoso, que chega a 575 litros, ou mais espaço para os viajantes, reduzindo o porta-malas para 488 litros. Com todos os bancos rebatidos, a capacidade de carga passa para 1.386 litros na versão SUV e 1.289 no Sportback.

Já a carroceria Sportback reduz bastante o espaço para a cabeça e as pernas de quem viaja atrás. O mesmo acontece com o teto solar panorâmico, que é reduzido por conta do caimento cupê.

Outra novidade relacionada ao conforto é o novo sistema de ar-condicionado de três zonas, com uma delas para o motorista, outra para o carona e a terceira para quem viaja na segunda fila. Há também aquecimento dos bancos dianteiros.

Mais potência

A grande novidade em relação à geração anterior é a potência. O carro vem equipado com o motor 2.0 Turbo FSI que entrega agora 258 cv de potência na faixa 5.250 rpm e 6.500 rpm, superando os 231 cv disponíveis no Q3 anterior. O torque também aumentou. Agora, são 370 Nm, distribuídos de forma contínua entre 1.650 rpm e 4.500 rpm.


O conjunto é acoplado à transmissão automatizada S tronic de dupla embreagem, com sete marchas, e sistema de tração integral permanente quattro. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 5,9 segundos, e a velocidade máxima é limitada a 210 km/h.

Novas tecnologias

O novo Q3 chega ao país em versão única, mas com um pacote robusto de tecnologias embarcadas. Há algumas novidades em comodidade, como chave presencial do tipo “keyless entry-go”, que permite a abertura e fechamento do veículo ao se aproximar com a chave no bolso, além da função de abertura e fechamento do porta-malas via “hands-free”, e sistema de iluminação de cabine com 30 cores.

As assistências ao motorista incluem controle de cruzeiro adaptativo (ACC) com alerta de saída de faixa, assistente de estacionamento plus, que permite que o motorista termine manobras iniciadas, assistente de frenagem de emergência na parte dianteira, e detector de atenção e sonolência do motorista, que monitora momentos de distração emitindo alerta na central multimídia. O modelo não tem sensor de ponto cego, algo que faz falta em um carro dessa faixa de preço, ainda mais considerando que modelos bem mais baratos já oferecem esse item de segurança.

Impressões ao dirigir

No ambiente urbano, dois elementos chamam a atenção no Q3 de cara. O primeiro é o isolamento acústico da cabine. Até as janelas foram tratadas para que poucos ruídos externos invadissem a cabine. A sensação de isolamento do caos fora do carro é bastante positiva. O segundo é como o ajuste da suspensão (McPherson na dianteira, Multilink na traseira) absorve bem as imperfeições do asfalto sem tanto balanço.

Essa precisão é mérito da engenharia global da Audi. Embora as primeiras unidades disponíveis no Brasil sejam importadas, ele será montado na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, sem sofrer ajustes específicos para o mercado brasileiro.

Na rodovia, fica clara a diferença de potência, especialmente no modo Dynamic, mais agressivo, em que as respostas do acelerador são mais rápidas. Ultrapassagens são feitas com tranquilidade e ele desenvolve boa velocidade sem esforço. O desempenho não chega exatamente a empolgar - afinal, a vocação do carro é mais familiar do que voltada à performance -, mas o ajuste dinâmico é muito acertado. As trocas de marcha são suaves e precisas, mas há aletas para troca manual atrás do volante.


No mercado cada vez mais concorrido com a invasão de concorrentes chineses, a nova geração do Audi Q3 aposta em uma fórmula que já se mostrou eficaz no segmento de luxo: acabamento interno sofisticado, motor mais potente e um conjunto robusto de itens de série. Tem a seu favor a dirigibilidade prazerosa, além do peso da marca alemã.


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Fonte: https://www.msn.com/pt-br/carros/compra/nova-gera%C3%A7%C3%A3o-do-audi-q3-ficou-mais-potente-e-tecnol%C3%B3gica-para-brigar-contra-avan%C3%A7o-chin%C3%AAs/ar-AA23AViL

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